Notícias

/Notícias

Preço do boi gordo avança 5,8% no primeiro trimestre em MS

 

Dados da Unidade Técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária  de MS revelam que, no primeiro trimestre deste ano, o preço da arroba do boi gordo, que atingiu R$ 140,71 para pagamento à vista, contabilizou incremento de 5,8% em relação ao ano anterior, quando o boi gordo registrou média de R$ 133.


Segundo o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, a qualidade da carne bovina tem oportunizado a conquista de mercados internacionais e melhorado o desempenho da pecuária de corte. “A demanda externa aquecida tem ajudado a enxugar a oferta de carne bovina no mercado interno, com isso, os preços estão firmes. O resultado demonstra o empreendedorismo dos produtores rurais e o reconhecimento do nosso setor pela qualidade, que coloca o Mato Grosso do Sul em 4º lugar no ranking nacional de estados exportadores”.


De acordo com os números da Secex – Secretaria de Comércio Exterior, em três meses, as exportações de carne bovina in natura subiram 24% em relação a 2018, saindo de 32,6 para 40,5 mil toneladas. A receita atingiu US$ 144 milhões. Os principais destinos das vendas internacionais, são: Chile, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos.


Para o presidente do Sistema Famasul uma notícia recente traz otimismo aos produtores sul-mato-grossense. “A Rússia voltou a comprar carne bovina brasileira no primeiro trimestre de 2019. Esse retorno gera otimismo para a pecuária tendo em vista a importância deste mercado que poderá retomar, no curto prazo, as relações comerciais com Mato Grosso do Sul. O país já foi importante comprador da carne sul-mato-grossense, ocupando, em 2017, o 4º lugar no ranking dos principais destinos da nossa carne”.


Confinar 2019 – Nos dias 23 e 24 de abril, Campo Grande sediará um dos principais eventos da pecuária de corte do estado: o Confinar 2019. O evento conta com o apoio do Sistema Famasul e com o patrocínio do Senar/MS.


Segundo informações da Assocon – Associação Nacional de Pecuária Intensiva, em 2018, o estado registrou 408,4 mil animais confinados, com elevação de 5,5% em relação a 2017. “O compartilhamento de informações é o que fará com que a pecuária intensiva traga rentabilidade e desenvolvimento ao setor produtivo”.

 


Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ana Brito

10/04/2019|

Confinar 2019: Rotatividade de equipe é desafio para gestão no agronegócio

Diminuir a rotatividades de pessoal e com capacitação, valorizar a equipe, estão entre os principais desafios para o proprietário rural atualmente. Para ampliar a discussão, a “Gestão de pessoas com foco em resultados” será pauta de palestra durante o Confinar 2019, em Campo Grande.


O médico veterinário e consultor em Gestão de Recursos Humanos, Marcelo Cabral, será o responsável por abordar o tema a partir das 11h, do dia 24 de abril, segundo dia de evento. Segundo ele, há alguns anos é possível perceber aumento no nível de sensibilização dos empresários do meio rural para o assunto.


“Ainda há muitos desafios, principalmente em alinhar esses trabalhadores com os objetivos e metas da empresa, diminuindo a rotatividade. Além disso, é preciso saber identificar os bons funcionários e valorizá-los, evitando problemas gerenciais e operacionais”, explica o especialista.


O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas no site www.confinar.net.br e o evento acontece nos dias 23 e 24 de abril, em Campo Grande.


Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.


As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.


Priscilla Peres

Agro Agência Assessoria

(67) 9 9179-0510

08/04/2019|

Preço do boi gordo deve subir no segundo semestre, afirma especialista

O preço do boi gordo deve chegar a níveis mais altos durante o segundo semestre de 2019, devido à desaceleração na oferta em relação a 2018 e o cenário mais positivo para a demanda da proteína. A informação é do Analista Sênior do Rabobank, Adolfo Fontes, que estará em Campo Grande durante o Confinar 2019.

Para o analista, as exportações de carne bovina devem continuar em alta em 2019, com crescimento de 7% em volume no primeiro bimestre e boas perspectivas para os próximos meses. “As exportações registraram recorde em 2018 com crescimento de 11% em relação a 2017, para este ano a Rússia volta ao mercado externo como uma importante opção de destino, e isso deve movimentar as exportações”, afirma Adolfo Fontes.

A Rússia apresentou aquisição média mensal de 4.200 toneladas no primeiro bimestre de 2019, muito abaixo da média mensal de 2017 acima de 12.000 toneladas. Já no consumo interno a tendência é de recuperação durante o ano, com as expectativas de melhora no cenário econômico local. “Devemos retomar o consumo local de proteína animal próximo aos níveis pré-crise”, afirma.

O Mercado do boi gordo e dos grãos: análise do mercado interno e externo, será o tema da palestra de Adolfo Fontes no dia 23 de abril, às 11h, durante o Confinar. O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas no site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar
O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

Priscilla Peres
Agro Agência Assessoria
(67) 9 9179-0510
22/03/2019|

Produtores rurais brasileiros utilizam apenas metade de suas áreas e preservam o restante, afirma Embrapa Territorial

Palestrante do Confinar 2019 apresentará estudo sobre ocupação do solo brasileiro

Os agropecuaristas exploram, em média, metade da terra que ocupam em todo o Brasil. Trata-se de um uso extremamente sustentável, sem equivalentes em países de grandes dimensões mundo afora. A afirmação do pesquisador e chefe geral da Embrapa Territorial, Evaristo Eduardo de Miranda, diz respeito aos números que ele apresentará na oitava edição do Confinar, evento que deve reunir cerca de 1000 pecuaristas, nos dias 23 e 24 de abril, em Campo Grande (MS).

“A agropecuária brasileira ocupa menos de 23% do território nacional. As lavouras ocupam 7,8%, as florestas plantadas 1,2% e as pastagens plantadas e manejadas 13,2%. Em paralelo, os produtores rurais dedicam à preservação da vegetação nativa uma área equivalente a 25,6% do território nacional, a título de reserva legal, áreas de preservação permanente e vegetação excedente”, esclarece Miranda.

Sobre a possibilidade de expansão da área destinada à agricultura e pecuária, segundo o palestrante do Confinar 2019, a alternativa é intensificar. “Não há muito espaço para destinar mais terras, com potencial produtivo e de forma significativa, à agricultura. Grande parte do país já está atribuído: unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos agrários, cidades, infraestrutura, minerações, imóveis rurais etc. A estratégia mais inteligente e viável é intensificar o uso das terras agrícolas já ocupadas, de forma sustentável, com tecnologias modernas”, relata o chefe da Embrapa Territorial, ao lembrar de técnicas como plantio direto, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), manejo integrado de pragas, adubação verde, irrigação, rotação de culturas, genética avançada e outras.

Segundo o organizador do Confinar e diretor da Beeftec, Rodrigo Spengler, esta edição tem o propósito sanar dúvidas frequentes dos participantes. “Precisávamos esclarecer, cientificamente, que o espaço ocupado pela pecuária brasileira é modesto e preservado. E as alternativas para atendermos o mercado cada vez mais exigente, em qualidade e volume, dependem diretamente da ciência. Por isso a Embrapa Territorial estará conosco nesta edição, mostrando dados técnicos e sanando dúvidas dos participantes”, pontua Spengler.

O Confinar é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas com desconto até o dia 23 de março pelo site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

Assessoria de Imprensa

Agro Agência Assessoria

Diego Silva

(67) 9 9239-6369

13/03/2019|

Confinar 2019: Inscrições abertas para um dos mais tradicionais eventos da pecuária brasileira

Campo Grande deve reunir cerca de 1000 pecuaristas na oitava edição do evento

A oitava edição do Confinar foi confirmada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Com o objetivo de reunir cerca de 1000 pecuaristas de diversos estados brasileiros e países vizinhos, o evento debaterá mercado, integração, produção e sustentabilidade. Esta edição, que já conta com as inscrições abertas, acontecerá novamente no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, nos dias 23 e 24 de abril.

“Trata-se de um evento que nasceu em Campo Grande e ganhou notoriedade nacional, devido aos conteúdos abordados e suas possibilidades de negócios e networking. Nesta oitava edição serão 10 palestras, sendo uma delas ministrada por três produtores rurais”, apresenta o organizador da iniciativa, Rodrigo Spengler, diretor da Beeftec.

Além dos cases de sucesso, pesquisadores e autoridades estão confirmados como palestrantes. Entre eles Evaristo Eduardo de Miranda, da Embrapa Territorial, que vai tratar da ocupação e uso de terras no Brasil; Adolfo Fontes, do Rabobank, apresentará dados do mercado do boi e dos grãos, com análises interna e externa; Jhones Sarturi, da Texas Tech University, que abordará o processamento de grãos e alimentos alternativos em dietas de confinamento.

O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse à atualização quanto ao fundamento e tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas com desconto até o dia 23 de março e com acréscimo a partir desta data. Elas podem ser efetuadas pelo site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

11/02/2019|

União entre pecuaristas do Centro-Oeste os tornariam mais capitalizados, afirma palestrante

Com mais de 1300 participantes Confinar encerra a 7ª edição em Campo Grande

O perfil do pecuarista da região Centro-Oeste, mais especificamente Mato Grosso e Mato Grosso do Sul é o fator que os deixam dependentes do mercado tradicional. Se houvesse mais união entre a classe, o poder ampliaria e as margens de lucro também. O depoimento é do diretor da cooperativa Maria Macia, Paulo Emílio Fernandes Phomann, palestrante da 7ª edição do Confinar, evento que reuniu cerca de 1.300 participantes e finalizou nesta quarta-feira (23), em Campo Grande (MS).

Na cooperativa paranaense, em determinados períodos, os pecuaristas chegam a obter 15% a mais no valor da arroba praticada no mercado. “Atualmente a margem está em 13%, mas foi a união entre os pecuaristas que tornou possível a formação de uma cooperativa com competência suficiente para driblar crises mercadológicas, como aconteceu durante a Operação Carne Fraca”, detalha.

Diversos outros pontos foram debatidos no Confinar, entre eles o potencial técnico dos pecuaristas. “Empregando mais tecnologias da porteira para dentro, com mais conhecimento e qualificação, o pecuarista passa a ter maior competitividade, segurança e margem de lucro. Àqueles que não se adequam, que atualmente é a maioria, podem acabar por abandonar a atividade”, pontuou outro palestrante, Maurício Palma Nogueira.

Segundo Nogueira ociosidade de vaca, sem produzir no decorrer do ano e pastagem que se degradam são os principais gargalos da pecuária. “Precisa-se de práticas mais adequadas para recuperação das áreas e melhorar o pacote gerencial das propriedades. Tratar a pecuária como negócio, é primordial para a atividade”.

A organização do evento assemelha o emprego de tecnologias na pecuária com uma máquina: que uma vez ligada, não se deve interromper o processo. “A partir do momento que se liga uma máquina, com um bezerro recém-nascido, não se deve desligar mais. O emprego de tecnologia deve ser constante e adaptado de acordo com cada sistema de produção”, fecha Carlos Gattass, membro da organização do Confinar 2018.

Os dois dias de evento somaram 18 palestras sobre mercado, integração, produção e sustentabilidade. Com participantes de todas as regiões do Brasil, em sua maioria pecuaristas, o Confinar contou também com o lançamento do livro “Entendendo o Conceito do Boi 777”, organizado pela equipe da APTA Colina (SP).

 

23/05/2018|

Mercado russo e real desvalorizado vão expandir as exportações de carne

7ª edição do Confinar já reúne mais de 1.300 pecuaristas e visitantes

O recado bom para o pecuarista é que passamos do fundo do poço, no quesito preço. Além disso, a desvalorização do real  trouxe um excelente preço, em dólar, para o exportador.  Olhando de fora, a nossa carne está barata. A má notícia, além dos preços do milho, são os riscos climáticos que nossa safra ainda corre. A afirmação do palestrante Alexandre Mendonça de Barros, abriu a 7ª edição do Confinar, um dos maiores eventos da pecuária de corte no Brasil, que reúne nesta terça-feira (22) cerca de 1.300 pessoas, entre pecuaristas, técnicos e estudantes.

Segundo Barros as carnes alternativas estão passando por um período de recuperação forte. “Há uma queda na produção e uma recomposição nas cotações de frangos e suínos. Isso ajuda a fortalecer o preço da carne bovina no mercado interno”, destaca. “Sobre a Rússia, importante comprador da carne brasileira, reabrindo o mercado hoje, é uma importante notícia. Eles [os russos] enxugam as carnes suína e bovinas, e junto a isso, a China volta a crescer como importadora da carne brasileira”, explica.

Junto às notícias que impactam as exportações imediatamente, o palestrante do Confinar ressalta, a médio prazo, a informação que torna o Brasil livre de aftosa com vacinação. “É relevante do ponto de vista sanitário. Estamos com uma carne em dólar barato e somado à uma excelente sanidade, nos torna ainda mais competitivos”.

Já a notícia ruim, para o palestrante, é o preço do milho, o principal insumo do pecuarista. “Na ótica do confinamento, o momento é delicado. A safrinha sofre efeitos climáticos. A Argentina quebrou bem. Não tem nada que desabone a safra. Sobre a relação China e EUA, apesar de ser um cenário exportador bom para o Brasil, a guerra comercial é uma questão que vem e vai, as coisas podem mudar. E ainda existem riscos climáticos para a nossa safra de milho”, alerta.

A programação do Confinar segue até amanhã (23/05), com palestrantes de diversas universidades brasileiras, painel com os pecuaristas de Mato Grosso do Sul e divulgação do livro Entendendo o Conceito do Boi 777.

22/05/2018|

Confinar 2018: Produtor de Ribas do Rio Pardo apresentará modelo de adubação de pastagem

 

A realidade do produtor sul-mato-grossense pode servir de exemplo para outros pecuaristas

O produtor rural de Ribas do Rio Pardo/MS, Ricardo Buonarott Ferreira, apresentará o sistema produtivo das fazendas Alvorada e Colorado, durante o Confinar 2018 – simpósio sobre pecuária de corte, que será realizado nos dias 22 e 23 de maio, em Campo Grande, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.

Durante a palestra, o produtor rural falará do modelo de produção, das dificuldades e das metas almejadas. “Trabalhamos com ciclo completo, ou seja, com cria, recria e engorda. Podemos dizer que o nosso ponto forte é a adubação de pastagem”.

Segundo Buonarott, a medida citada favorece a produção em dois fatores: quantidade e qualidade. “Ganhamos na lotação por animal e na qualidade nutricional do rebanho”. As propriedades são da família do palestrante desde 1985.

“Fazemos cruzamento industrial, por intermédio da Inseminação Artificial por Tempo Fixo e trabalhamos com suplementação dos animais. Além disso, participamos de programas de bonificação, como o Precoce MS e o Programa Angus. Fazemos parte da Lista Trace e exportamos para o exigente mercado europeu”, comenta Buonarott.

Além deste produtor, os produtores Luís Alberto Moraes Novaes e Fabiano Alves Tavares, das Fazendas Santo Antonio e Pontal, respectivamente.

Sobre o evento – Mercado, integração, produção e sustentabilidade, estes são temas que serão tratados durante a 7ª edição do Confinar, simpósio agropecuário, considerado um dos principais eventos do setor, que será realizado nos dias 22 e 23 de maio, em Campo Grande/MS.

O evento tratará de temáticas que abrangem todos os elos da cadeira produtiva, além da apresentação de novas tecnologias a favor da pecuária de corte.

Realizado pela Beef Tec, a iniciativa tem como finalidade unir agentes do meio rural, da agroindústria, estudantes e profissionais do setor. O Confinar é organizado pela Company Eventos. A empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria.

Foto: Divulgação

21/05/2018|

Confinar 2018: Com movimentação anual de 18 mil cabeças, cooperativa do Paraná pode servir de exemplo para MS

Palestrante do MS apresentará um modelo de sucesso do Paraná

No Paraná tem um modelo de negócio que tem dado certo na pecuária de corte: o cooperativismo. Em 2005, por exemplo, nasceu no Estado vizinho a cooperativa Maria Macia. A trajetória dessa iniciativa será apresentada durante o Confinar 2018 –  evento, promovido pela Beef Tec, que acontecerá nos dias 22 e 23 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.

A palestra ‘Cooperar para melhorar a rentabilidade: a história da cooperativa Maria Macia’, será ministrada pelo administrador e produtor rural, Paulo Emilio Fernandes Prohmann. “Começamos com apenas 4 produtores rurais e hoje temos mais de 150 cooperados. Nossa movimentação é de 18 mil animais ao ano, de cabeças com padrão de sobrepeso”, explica.

Segundo Prohmann, o sistema de cooperativismo vai além dos benefícios com a venda dos animais. “Temos tido resultados positivos, realizamos, com preço melhor, a aquisição de insumos e medicamentos. É o poder da força do grupo”.

Além disso, o palestrante destaca que, unidos, o grupo consegue trazer ao Estado eventos como dias de campo, treinamentos e palestras. “Com isso, conseguimos melhorar a parte técnica dentro da porteira”. A cooperativa Maria Macia foi oficializada em2008.

Entre os obstáculos, Prohmann destaca uma eventualidade ocorrida em 2011. “Naquele ano tivemos dificuldades, uma verdadeira crise com o comércio. Tudo isso porque para trabalhar em forma de cooperativa não temos uma fórmula para seguir. Quase fechamos! Mas tudo foi superado”.

Por fim, o especialista aposta no sucesso nacional do sistema de cooperativismo: “Paraná tem várias cooperativas pecuárias. Este é um modelo a ser expandido para outras praças produtoras, como Mato Grosso do Sul”.

Sobre o evento – Mercado, integração, produção e sustentabilidade, estes são temas que serão tratados durante a 7ª edição do Confinar, simpósio agropecuário, considerado um dos principais eventos do setor, que será realizado nos dias 22 e 23 de maio, em Campo Grande/MS.

O evento tratará de temáticas que abrangem todos os elos da cadeira produtiva, além da apresentação de novas tecnologias a favor da pecuária de corte.

Realizado pela Beef Tec, a iniciativa tem como finalidade unir agentes do meio rural, da agroindústria, estudantes e profissionais do setor. O Confinar é organizado pela Company Eventos. A empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria.

Foto: Divulgação

14/05/2018|

Confinar 2018: Especialista destaca sem eficiência produtiva produtor sairá da atividade

O produtor que não tiver eficiência produtiva tende a ficar excluído da atividade pecuária ao longo do ano. A afirmação é do especialista da Agroconsult, Mauricio Palma Nogueira, que no dia 23 de maio ministrará a palestra ‘Por que preciso produzir 21 @ em 24 meses?’, durante o Confinar 2018, em Campo Grande.

A palestra compõe a programação do lançamento do livro Entendendo o Conceito do Boi 777. “A pecuária esta indo ao nível da agricultura. Com isso, a baixa produtividade acaba sendo inviabilizada”.

Para o especialista, a previsão é de que em 2018 haja uma recuperação de preço do boi gordo. “O pecuarista não tem outra opção a não ser fazer um bom trabalho dentro da porteira.  Os custos  aumentam este ano, com alta de 12 a 15% do milho e dos proteicos,  mas ainda assim, como os preços vão subir, equilibrando o mercado”.

Na previsão do especialista, apesar de um ano político intenso, em 2018, a economia vai reagir bem: “Em relação à politica, o impacto das eleições serão sentidos em 2019. Este é um ano neutro”, avalia o palestrante do evento.

Sobre o evento – Mercado, integração, produção e sustentabilidade, serão os temas tratados durante a 7ª edição do Confinar, simpósio agropecuário, considerado um dos principais eventos do setor. A programação se dividirá entre os dias 22 e 23 de maio, com lançamento de livro e palestras que acontecerão do Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande/MS.

O Confinar é realizado pela BeefTec, organizado pela Company Eventos. A empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: confinar.net.br

Foto: Divulgação

25/04/2018|