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Confinar de casa nova: um dos maiores eventos da pecuária confirma edição 2020

A organização do Confinar tradicional evento da pecuária brasileira, que reúne em Campo Grande cerca de 1500 pessoas, entre produtores rurais e técnicos, já tem data marcada para 2020. O evento será nos dias 19 e 20 de maio e contará com mudanças na programação e no formato.

Entre as principais mudanças está o local do evento. A 9ª edição ocorrerá no espaço Bosque Expo, anexo ao Shopping Bosque dos Ipês. “Sentimos a necessidade de mudança, já que nesta edição queremos mais produtores rurais e uma programação mais dinâmica”, destaca o diretor da BeefTec, Rodrigo Spengler, organizador do Confinar.

Segundo ele na edição de 2020 o evento contará com mais tecnologias destinadas aos pecuaristas. “Existem novidades sendo lançadas diariamente e precisávamos de um espaço que comportasse a nova estrutura. Teremos um espaço exclusivo dedicado para máquinas logo na entrada do evento, também vamos expor tecnologias e outros atrativos, além das palestras que continuam sempre com alto nível”, completa Spengler.

Os temas abordados, segundo a organização, vão abranger todos os elos da cadeia produtiva e o evento tem por finalidade reunir, além dos produtores rurais, representantes da agroindústria e profissionais do setor.

“O objetivo maior é proporcionar um evento de qualidade que tenha o potencial de mudar ou aprimorar conceitos. Nossa intenção é potencializar o que já temos de bom da porteira para dentro, mostrando alternativas sustentáveis aos pecuaristas. Assim, o Confinar quer, de forma indireta, contribuir com a produção de proteína de qualidade no Brasil”, finaliza.

As inscrições estarão abertas a partir de fevereiro, no site: http://confinar.net.br/.
Assessoria de Imprensa – Confinar 2020
Agro Agência Assessoria – Diego
(67) 9 9239-6369
03/12/2019|

Fazenda quadruplica produtividade e cria seu próprio frigorífico no Pantanal

Com um modelo sustentável de produção, aliando grande escala com a preservação do bioma Pantanal a Fazenda Ema, passou de 80 mil para 300 mil arrobas por ano, no período de 17 anos. O apreço pelo trabalho e a qualidade da carne fez com que os empreendedores criassem o próprio frigorífico, dentro da Fazenda. Os detalhes do projeto foram apresentados no fechamento do Confinar 2019, que ocorreu nos dias 23 e 24, em Campo Grande.

A empresa se especializou na pecuária de corte e faz o ciclo completo de produção: cria Região Pantanal (Paiaguás, Nhecolândia e Jacadigo), recria (Jacadigo) e engorda (Serra de Corumbá).

Entre os desafios na produção no Pantanal estão as diferentes espécies de forrageiras que compõem o bioma, com taxas nutricionais diferentes. “Em uma análise encontramos 286 espécies de plantas na região pantaneira, ao avaliarmos as fezes de alguns animais nos deparamos com 83 espécies, o equivalente a 30%. Isso é um desafio na nutrição animal”, apontou Marinho durante sua palestra no Confinar 2019.

Além desses desafios a propriedade se preocupou com o processo logístico para o abate dos animais e pelos processos industriais em que passam a carne. “Queríamos minimizar o estresse pré-abate e maximizar o sabor, decidimos então levar o frigorífico até o boi. Por isso, o frigorífico foi levado até uma das fazendas do grupo”, explica Daniel Marinho, que está à frente do projeto.

Segundo um dos organizadores do Confinar, Rodrigo Spengler, também diretor da Beeftec o caso se trata de uma empreendimento referência. “Os envolvidos tiveram a visão e planejamento suficiente para apresentar ao mercado uma carne diferenciada e um modelo de produção sustentável. Apesar dos altos custos a implantação de uma indústria dentro da própria fazenda apresenta diversas vantagens”, afirma o organizador do Confinar, evento que reuniu cerca de 1.300 participantes entre pecuaristas e técnicos do setor de diferentes estados brasileiros e países.

Cerca de 90% dos animais encaminhados para o Frima, frigorífico da Fazenda Ema, são de produção da própria fazenda. Eventualmente buscam animais de outras propriedades, apenas para completar a escala industrial. O empreendimento tem capacidade para abater 120 cabeças por dia e gera cerca de 80 empregos diretos.

Além da Fazenda Ema, o fechamento do Confinar 2019, contou com casos de sucessos das propriedades Engenho da Serra (Goiás) e Santa Luzia (Mato Grosso do Sul).

 

Assessoria de Imprensa
Agro Agência Assessoria
Diego Silva

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25/04/2019|

Com preço da arroba baixo em MS, produtores debatem alternativas para pecuária

Mato Grosso do Sul tem hoje uma das arrobas mais baixas do país. Dados da Scott Consultoria mostram que enquanto a arroba do boi gordo é comercializada a R$ 142 no Estado, em São Paulo o preço médio está acima dos R$ 157. Valorizar o produtor, reduzir os custos e consequentemente aumentar a rentabilidade, são alguns dos desafios debatidos durante a 8ª edição do Confinar, evento que se estende até esta quarta-feira (24).
“São necessárias alternativas para tornar os valores equivalentes aos demais Estados, levando em conta que Mato Grosso do Sul produz uma das melhores proteínas do mundo”, sinaliza o vice-presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho, ao citar as tratativas da entidade com as unidades frigoríficas da região.

Durante o Confinar, Adolfo Fontes, analista da Rabobank apontou a gestão como alternativa para minimizar os impactos em momentos de desvalorização da proteína vermelha, e ainda fez análise dos mercados internos e externos. “Planejamento é fundamental para quem quer produzir e ter bons resultados. Ter controle e gestão de riscos ajuda a antecipar situações e prever melhor os resultados”.

Representando o Governo do Estado, o superintendente da Semagro, Rogério Beretta, destacou a persistência dos organizadores do Confinar, que enchem auditórios para debater assuntos tão importantes para o Estado e citou estratégias para aumento da rentabilidade. “O Governo do Estado tem na atividade pecuária de MS uma referência quando sai daqui, por isso buscamos mais sustentabilidade e produtividade. Completamos em fevereiro 2 anos da reformulação do Precoce MS, com 1.600 propriedades cadastradas, 15 frigoríficos e 1,2 milhão de animais abatidos com índice de 84% de aprovação. São resultados extremamente satisfatórios e não para por aí, temos mais projetos bons encaminhados”.

Durante o primeiro dia do Confinar o Chefe Geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, tratou da atribuição, ocupação e uso das terras no Brasil: a sustentabilidade da pecuária nacional. Para ele, a pirâmide formada por sustentabilidade, tecnologia e produtividade é essencial para o avanço do mercado.

O Confinar continua com programação técnica, voltada para pecuaristas de MS e diversos outros estados e países. “O evento foi concebido para levar informação de qualidade ao produtor rural e para que ele possa aplicar no campo, então todo o evento e as palestras são pensadas com esse intuito. Temos muito para melhorar em nossa atividade, mas precisamos participar, de forma engajada e o meu pedido é para que todos participem e contribuam para o setor”, afirma Rodrigo Spengler, organizador do evento e diretor da BeefTec.

Durante a abertura o presidente da Famasul, Maurício Saito, destacou que compartilhar conhecimento é essencial para ter mais efetividade e produtividade. “Temos a responsabilidade de não pensar só na nossa cadeia produtiva, mas em toda a sociedade”, destacou.

O Confinar é um dos maiores encontros da pecuária, e acontece nos dias 23 e 24 de abril no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.

 

Assessoria de Imprensa

Agro Agência Assessoria

Priscilla Peres

(67) 9 9179-0510

23/04/2019|

Preço do boi gordo avança 5,8% no primeiro trimestre em MS

 

Dados da Unidade Técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária  de MS revelam que, no primeiro trimestre deste ano, o preço da arroba do boi gordo, que atingiu R$ 140,71 para pagamento à vista, contabilizou incremento de 5,8% em relação ao ano anterior, quando o boi gordo registrou média de R$ 133.


Segundo o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, a qualidade da carne bovina tem oportunizado a conquista de mercados internacionais e melhorado o desempenho da pecuária de corte. “A demanda externa aquecida tem ajudado a enxugar a oferta de carne bovina no mercado interno, com isso, os preços estão firmes. O resultado demonstra o empreendedorismo dos produtores rurais e o reconhecimento do nosso setor pela qualidade, que coloca o Mato Grosso do Sul em 4º lugar no ranking nacional de estados exportadores”.


De acordo com os números da Secex – Secretaria de Comércio Exterior, em três meses, as exportações de carne bovina in natura subiram 24% em relação a 2018, saindo de 32,6 para 40,5 mil toneladas. A receita atingiu US$ 144 milhões. Os principais destinos das vendas internacionais, são: Chile, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos.


Para o presidente do Sistema Famasul uma notícia recente traz otimismo aos produtores sul-mato-grossense. “A Rússia voltou a comprar carne bovina brasileira no primeiro trimestre de 2019. Esse retorno gera otimismo para a pecuária tendo em vista a importância deste mercado que poderá retomar, no curto prazo, as relações comerciais com Mato Grosso do Sul. O país já foi importante comprador da carne sul-mato-grossense, ocupando, em 2017, o 4º lugar no ranking dos principais destinos da nossa carne”.


Confinar 2019 – Nos dias 23 e 24 de abril, Campo Grande sediará um dos principais eventos da pecuária de corte do estado: o Confinar 2019. O evento conta com o apoio do Sistema Famasul e com o patrocínio do Senar/MS.


Segundo informações da Assocon – Associação Nacional de Pecuária Intensiva, em 2018, o estado registrou 408,4 mil animais confinados, com elevação de 5,5% em relação a 2017. “O compartilhamento de informações é o que fará com que a pecuária intensiva traga rentabilidade e desenvolvimento ao setor produtivo”.

 


Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ana Brito

10/04/2019|

Confinar 2019: Rotatividade de equipe é desafio para gestão no agronegócio

Diminuir a rotatividades de pessoal e com capacitação, valorizar a equipe, estão entre os principais desafios para o proprietário rural atualmente. Para ampliar a discussão, a “Gestão de pessoas com foco em resultados” será pauta de palestra durante o Confinar 2019, em Campo Grande.


O médico veterinário e consultor em Gestão de Recursos Humanos, Marcelo Cabral, será o responsável por abordar o tema a partir das 11h, do dia 24 de abril, segundo dia de evento. Segundo ele, há alguns anos é possível perceber aumento no nível de sensibilização dos empresários do meio rural para o assunto.


“Ainda há muitos desafios, principalmente em alinhar esses trabalhadores com os objetivos e metas da empresa, diminuindo a rotatividade. Além disso, é preciso saber identificar os bons funcionários e valorizá-los, evitando problemas gerenciais e operacionais”, explica o especialista.


O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas no site www.confinar.net.br e o evento acontece nos dias 23 e 24 de abril, em Campo Grande.


Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.


As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.


Priscilla Peres

Agro Agência Assessoria

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08/04/2019|

Preço do boi gordo deve subir no segundo semestre, afirma especialista

O preço do boi gordo deve chegar a níveis mais altos durante o segundo semestre de 2019, devido à desaceleração na oferta em relação a 2018 e o cenário mais positivo para a demanda da proteína. A informação é do Analista Sênior do Rabobank, Adolfo Fontes, que estará em Campo Grande durante o Confinar 2019.

Para o analista, as exportações de carne bovina devem continuar em alta em 2019, com crescimento de 7% em volume no primeiro bimestre e boas perspectivas para os próximos meses. “As exportações registraram recorde em 2018 com crescimento de 11% em relação a 2017, para este ano a Rússia volta ao mercado externo como uma importante opção de destino, e isso deve movimentar as exportações”, afirma Adolfo Fontes.

A Rússia apresentou aquisição média mensal de 4.200 toneladas no primeiro bimestre de 2019, muito abaixo da média mensal de 2017 acima de 12.000 toneladas. Já no consumo interno a tendência é de recuperação durante o ano, com as expectativas de melhora no cenário econômico local. “Devemos retomar o consumo local de proteína animal próximo aos níveis pré-crise”, afirma.

O Mercado do boi gordo e dos grãos: análise do mercado interno e externo, será o tema da palestra de Adolfo Fontes no dia 23 de abril, às 11h, durante o Confinar. O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas no site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar
O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

Priscilla Peres
Agro Agência Assessoria
(67) 9 9179-0510
22/03/2019|

Produtores rurais brasileiros utilizam apenas metade de suas áreas e preservam o restante, afirma Embrapa Territorial

Palestrante do Confinar 2019 apresentará estudo sobre ocupação do solo brasileiro

Os agropecuaristas exploram, em média, metade da terra que ocupam em todo o Brasil. Trata-se de um uso extremamente sustentável, sem equivalentes em países de grandes dimensões mundo afora. A afirmação do pesquisador e chefe geral da Embrapa Territorial, Evaristo Eduardo de Miranda, diz respeito aos números que ele apresentará na oitava edição do Confinar, evento que deve reunir cerca de 1000 pecuaristas, nos dias 23 e 24 de abril, em Campo Grande (MS).

“A agropecuária brasileira ocupa menos de 23% do território nacional. As lavouras ocupam 7,8%, as florestas plantadas 1,2% e as pastagens plantadas e manejadas 13,2%. Em paralelo, os produtores rurais dedicam à preservação da vegetação nativa uma área equivalente a 25,6% do território nacional, a título de reserva legal, áreas de preservação permanente e vegetação excedente”, esclarece Miranda.

Sobre a possibilidade de expansão da área destinada à agricultura e pecuária, segundo o palestrante do Confinar 2019, a alternativa é intensificar. “Não há muito espaço para destinar mais terras, com potencial produtivo e de forma significativa, à agricultura. Grande parte do país já está atribuído: unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos agrários, cidades, infraestrutura, minerações, imóveis rurais etc. A estratégia mais inteligente e viável é intensificar o uso das terras agrícolas já ocupadas, de forma sustentável, com tecnologias modernas”, relata o chefe da Embrapa Territorial, ao lembrar de técnicas como plantio direto, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), manejo integrado de pragas, adubação verde, irrigação, rotação de culturas, genética avançada e outras.

Segundo o organizador do Confinar e diretor da Beeftec, Rodrigo Spengler, esta edição tem o propósito sanar dúvidas frequentes dos participantes. “Precisávamos esclarecer, cientificamente, que o espaço ocupado pela pecuária brasileira é modesto e preservado. E as alternativas para atendermos o mercado cada vez mais exigente, em qualidade e volume, dependem diretamente da ciência. Por isso a Embrapa Territorial estará conosco nesta edição, mostrando dados técnicos e sanando dúvidas dos participantes”, pontua Spengler.

O Confinar é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas com desconto até o dia 23 de março pelo site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

Assessoria de Imprensa

Agro Agência Assessoria

Diego Silva

(67) 9 9239-6369

13/03/2019|

Confinar 2019: Inscrições abertas para um dos mais tradicionais eventos da pecuária brasileira

Campo Grande deve reunir cerca de 1000 pecuaristas na oitava edição do evento

A oitava edição do Confinar foi confirmada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Com o objetivo de reunir cerca de 1000 pecuaristas de diversos estados brasileiros e países vizinhos, o evento debaterá mercado, integração, produção e sustentabilidade. Esta edição, que já conta com as inscrições abertas, acontecerá novamente no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, nos dias 23 e 24 de abril.

“Trata-se de um evento que nasceu em Campo Grande e ganhou notoriedade nacional, devido aos conteúdos abordados e suas possibilidades de negócios e networking. Nesta oitava edição serão 10 palestras, sendo uma delas ministrada por três produtores rurais”, apresenta o organizador da iniciativa, Rodrigo Spengler, diretor da Beeftec.

Além dos cases de sucesso, pesquisadores e autoridades estão confirmados como palestrantes. Entre eles Evaristo Eduardo de Miranda, da Embrapa Territorial, que vai tratar da ocupação e uso de terras no Brasil; Adolfo Fontes, do Rabobank, apresentará dados do mercado do boi e dos grãos, com análises interna e externa; Jhones Sarturi, da Texas Tech University, que abordará o processamento de grãos e alimentos alternativos em dietas de confinamento.

O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse à atualização quanto ao fundamento e tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas com desconto até o dia 23 de março e com acréscimo a partir desta data. Elas podem ser efetuadas pelo site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

11/02/2019|

União entre pecuaristas do Centro-Oeste os tornariam mais capitalizados, afirma palestrante

Com mais de 1300 participantes Confinar encerra a 7ª edição em Campo Grande

O perfil do pecuarista da região Centro-Oeste, mais especificamente Mato Grosso e Mato Grosso do Sul é o fator que os deixam dependentes do mercado tradicional. Se houvesse mais união entre a classe, o poder ampliaria e as margens de lucro também. O depoimento é do diretor da cooperativa Maria Macia, Paulo Emílio Fernandes Phomann, palestrante da 7ª edição do Confinar, evento que reuniu cerca de 1.300 participantes e finalizou nesta quarta-feira (23), em Campo Grande (MS).

Na cooperativa paranaense, em determinados períodos, os pecuaristas chegam a obter 15% a mais no valor da arroba praticada no mercado. “Atualmente a margem está em 13%, mas foi a união entre os pecuaristas que tornou possível a formação de uma cooperativa com competência suficiente para driblar crises mercadológicas, como aconteceu durante a Operação Carne Fraca”, detalha.

Diversos outros pontos foram debatidos no Confinar, entre eles o potencial técnico dos pecuaristas. “Empregando mais tecnologias da porteira para dentro, com mais conhecimento e qualificação, o pecuarista passa a ter maior competitividade, segurança e margem de lucro. Àqueles que não se adequam, que atualmente é a maioria, podem acabar por abandonar a atividade”, pontuou outro palestrante, Maurício Palma Nogueira.

Segundo Nogueira ociosidade de vaca, sem produzir no decorrer do ano e pastagem que se degradam são os principais gargalos da pecuária. “Precisa-se de práticas mais adequadas para recuperação das áreas e melhorar o pacote gerencial das propriedades. Tratar a pecuária como negócio, é primordial para a atividade”.

A organização do evento assemelha o emprego de tecnologias na pecuária com uma máquina: que uma vez ligada, não se deve interromper o processo. “A partir do momento que se liga uma máquina, com um bezerro recém-nascido, não se deve desligar mais. O emprego de tecnologia deve ser constante e adaptado de acordo com cada sistema de produção”, fecha Carlos Gattass, membro da organização do Confinar 2018.

Os dois dias de evento somaram 18 palestras sobre mercado, integração, produção e sustentabilidade. Com participantes de todas as regiões do Brasil, em sua maioria pecuaristas, o Confinar contou também com o lançamento do livro “Entendendo o Conceito do Boi 777”, organizado pela equipe da APTA Colina (SP).

 

23/05/2018|

Mercado russo e real desvalorizado vão expandir as exportações de carne

7ª edição do Confinar já reúne mais de 1.300 pecuaristas e visitantes

O recado bom para o pecuarista é que passamos do fundo do poço, no quesito preço. Além disso, a desvalorização do real  trouxe um excelente preço, em dólar, para o exportador.  Olhando de fora, a nossa carne está barata. A má notícia, além dos preços do milho, são os riscos climáticos que nossa safra ainda corre. A afirmação do palestrante Alexandre Mendonça de Barros, abriu a 7ª edição do Confinar, um dos maiores eventos da pecuária de corte no Brasil, que reúne nesta terça-feira (22) cerca de 1.300 pessoas, entre pecuaristas, técnicos e estudantes.

Segundo Barros as carnes alternativas estão passando por um período de recuperação forte. “Há uma queda na produção e uma recomposição nas cotações de frangos e suínos. Isso ajuda a fortalecer o preço da carne bovina no mercado interno”, destaca. “Sobre a Rússia, importante comprador da carne brasileira, reabrindo o mercado hoje, é uma importante notícia. Eles [os russos] enxugam as carnes suína e bovinas, e junto a isso, a China volta a crescer como importadora da carne brasileira”, explica.

Junto às notícias que impactam as exportações imediatamente, o palestrante do Confinar ressalta, a médio prazo, a informação que torna o Brasil livre de aftosa com vacinação. “É relevante do ponto de vista sanitário. Estamos com uma carne em dólar barato e somado à uma excelente sanidade, nos torna ainda mais competitivos”.

Já a notícia ruim, para o palestrante, é o preço do milho, o principal insumo do pecuarista. “Na ótica do confinamento, o momento é delicado. A safrinha sofre efeitos climáticos. A Argentina quebrou bem. Não tem nada que desabone a safra. Sobre a relação China e EUA, apesar de ser um cenário exportador bom para o Brasil, a guerra comercial é uma questão que vem e vai, as coisas podem mudar. E ainda existem riscos climáticos para a nossa safra de milho”, alerta.

A programação do Confinar segue até amanhã (23/05), com palestrantes de diversas universidades brasileiras, painel com os pecuaristas de Mato Grosso do Sul e divulgação do livro Entendendo o Conceito do Boi 777.

22/05/2018|