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Fazenda quadruplica produtividade e cria seu próprio frigorífico no Pantanal

Com um modelo sustentável de produção, aliando grande escala com a preservação do bioma Pantanal a Fazenda Ema, passou de 80 mil para 300 mil arrobas por ano, no período de 17 anos. O apreço pelo trabalho e a qualidade da carne fez com que os empreendedores criassem o próprio frigorífico, dentro da Fazenda. Os detalhes do projeto foram apresentados no fechamento do Confinar 2019, que ocorreu nos dias 23 e 24, em Campo Grande.

A empresa se especializou na pecuária de corte e faz o ciclo completo de produção: cria Região Pantanal (Paiaguás, Nhecolândia e Jacadigo), recria (Jacadigo) e engorda (Serra de Corumbá).

Entre os desafios na produção no Pantanal estão as diferentes espécies de forrageiras que compõem o bioma, com taxas nutricionais diferentes. “Em uma análise encontramos 286 espécies de plantas na região pantaneira, ao avaliarmos as fezes de alguns animais nos deparamos com 83 espécies, o equivalente a 30%. Isso é um desafio na nutrição animal”, apontou Marinho durante sua palestra no Confinar 2019.

Além desses desafios a propriedade se preocupou com o processo logístico para o abate dos animais e pelos processos industriais em que passam a carne. “Queríamos minimizar o estresse pré-abate e maximizar o sabor, decidimos então levar o frigorífico até o boi. Por isso, o frigorífico foi levado até uma das fazendas do grupo”, explica Daniel Marinho, que está à frente do projeto.

Segundo um dos organizadores do Confinar, Rodrigo Spengler, também diretor da Beeftec o caso se trata de uma empreendimento referência. “Os envolvidos tiveram a visão e planejamento suficiente para apresentar ao mercado uma carne diferenciada e um modelo de produção sustentável. Apesar dos altos custos a implantação de uma indústria dentro da própria fazenda apresenta diversas vantagens”, afirma o organizador do Confinar, evento que reuniu cerca de 1.300 participantes entre pecuaristas e técnicos do setor de diferentes estados brasileiros e países.

Cerca de 90% dos animais encaminhados para o Frima, frigorífico da Fazenda Ema, são de produção da própria fazenda. Eventualmente buscam animais de outras propriedades, apenas para completar a escala industrial. O empreendimento tem capacidade para abater 120 cabeças por dia e gera cerca de 80 empregos diretos.

Além da Fazenda Ema, o fechamento do Confinar 2019, contou com casos de sucessos das propriedades Engenho da Serra (Goiás) e Santa Luzia (Mato Grosso do Sul).

 

Assessoria de Imprensa
Agro Agência Assessoria
Diego Silva

(67) 9 9239-6369

25/04/2019|

Com preço da arroba baixo em MS, produtores debatem alternativas para pecuária

Mato Grosso do Sul tem hoje uma das arrobas mais baixas do país. Dados da Scott Consultoria mostram que enquanto a arroba do boi gordo é comercializada a R$ 142 no Estado, em São Paulo o preço médio está acima dos R$ 157. Valorizar o produtor, reduzir os custos e consequentemente aumentar a rentabilidade, são alguns dos desafios debatidos durante a 8ª edição do Confinar, evento que se estende até esta quarta-feira (24).
“São necessárias alternativas para tornar os valores equivalentes aos demais Estados, levando em conta que Mato Grosso do Sul produz uma das melhores proteínas do mundo”, sinaliza o vice-presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho, ao citar as tratativas da entidade com as unidades frigoríficas da região.

Durante o Confinar, Adolfo Fontes, analista da Rabobank apontou a gestão como alternativa para minimizar os impactos em momentos de desvalorização da proteína vermelha, e ainda fez análise dos mercados internos e externos. “Planejamento é fundamental para quem quer produzir e ter bons resultados. Ter controle e gestão de riscos ajuda a antecipar situações e prever melhor os resultados”.

Representando o Governo do Estado, o superintendente da Semagro, Rogério Beretta, destacou a persistência dos organizadores do Confinar, que enchem auditórios para debater assuntos tão importantes para o Estado e citou estratégias para aumento da rentabilidade. “O Governo do Estado tem na atividade pecuária de MS uma referência quando sai daqui, por isso buscamos mais sustentabilidade e produtividade. Completamos em fevereiro 2 anos da reformulação do Precoce MS, com 1.600 propriedades cadastradas, 15 frigoríficos e 1,2 milhão de animais abatidos com índice de 84% de aprovação. São resultados extremamente satisfatórios e não para por aí, temos mais projetos bons encaminhados”.

Durante o primeiro dia do Confinar o Chefe Geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, tratou da atribuição, ocupação e uso das terras no Brasil: a sustentabilidade da pecuária nacional. Para ele, a pirâmide formada por sustentabilidade, tecnologia e produtividade é essencial para o avanço do mercado.

O Confinar continua com programação técnica, voltada para pecuaristas de MS e diversos outros estados e países. “O evento foi concebido para levar informação de qualidade ao produtor rural e para que ele possa aplicar no campo, então todo o evento e as palestras são pensadas com esse intuito. Temos muito para melhorar em nossa atividade, mas precisamos participar, de forma engajada e o meu pedido é para que todos participem e contribuam para o setor”, afirma Rodrigo Spengler, organizador do evento e diretor da BeefTec.

Durante a abertura o presidente da Famasul, Maurício Saito, destacou que compartilhar conhecimento é essencial para ter mais efetividade e produtividade. “Temos a responsabilidade de não pensar só na nossa cadeia produtiva, mas em toda a sociedade”, destacou.

O Confinar é um dos maiores encontros da pecuária, e acontece nos dias 23 e 24 de abril no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.

 

Assessoria de Imprensa

Agro Agência Assessoria

Priscilla Peres

(67) 9 9179-0510

23/04/2019|

Preço do boi gordo avança 5,8% no primeiro trimestre em MS

 

Dados da Unidade Técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária  de MS revelam que, no primeiro trimestre deste ano, o preço da arroba do boi gordo, que atingiu R$ 140,71 para pagamento à vista, contabilizou incremento de 5,8% em relação ao ano anterior, quando o boi gordo registrou média de R$ 133.


Segundo o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, a qualidade da carne bovina tem oportunizado a conquista de mercados internacionais e melhorado o desempenho da pecuária de corte. “A demanda externa aquecida tem ajudado a enxugar a oferta de carne bovina no mercado interno, com isso, os preços estão firmes. O resultado demonstra o empreendedorismo dos produtores rurais e o reconhecimento do nosso setor pela qualidade, que coloca o Mato Grosso do Sul em 4º lugar no ranking nacional de estados exportadores”.


De acordo com os números da Secex – Secretaria de Comércio Exterior, em três meses, as exportações de carne bovina in natura subiram 24% em relação a 2018, saindo de 32,6 para 40,5 mil toneladas. A receita atingiu US$ 144 milhões. Os principais destinos das vendas internacionais, são: Chile, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos.


Para o presidente do Sistema Famasul uma notícia recente traz otimismo aos produtores sul-mato-grossense. “A Rússia voltou a comprar carne bovina brasileira no primeiro trimestre de 2019. Esse retorno gera otimismo para a pecuária tendo em vista a importância deste mercado que poderá retomar, no curto prazo, as relações comerciais com Mato Grosso do Sul. O país já foi importante comprador da carne sul-mato-grossense, ocupando, em 2017, o 4º lugar no ranking dos principais destinos da nossa carne”.


Confinar 2019 – Nos dias 23 e 24 de abril, Campo Grande sediará um dos principais eventos da pecuária de corte do estado: o Confinar 2019. O evento conta com o apoio do Sistema Famasul e com o patrocínio do Senar/MS.


Segundo informações da Assocon – Associação Nacional de Pecuária Intensiva, em 2018, o estado registrou 408,4 mil animais confinados, com elevação de 5,5% em relação a 2017. “O compartilhamento de informações é o que fará com que a pecuária intensiva traga rentabilidade e desenvolvimento ao setor produtivo”.

 


Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ana Brito

10/04/2019|

Confinar 2019: Rotatividade de equipe é desafio para gestão no agronegócio

Diminuir a rotatividades de pessoal e com capacitação, valorizar a equipe, estão entre os principais desafios para o proprietário rural atualmente. Para ampliar a discussão, a “Gestão de pessoas com foco em resultados” será pauta de palestra durante o Confinar 2019, em Campo Grande.


O médico veterinário e consultor em Gestão de Recursos Humanos, Marcelo Cabral, será o responsável por abordar o tema a partir das 11h, do dia 24 de abril, segundo dia de evento. Segundo ele, há alguns anos é possível perceber aumento no nível de sensibilização dos empresários do meio rural para o assunto.


“Ainda há muitos desafios, principalmente em alinhar esses trabalhadores com os objetivos e metas da empresa, diminuindo a rotatividade. Além disso, é preciso saber identificar os bons funcionários e valorizá-los, evitando problemas gerenciais e operacionais”, explica o especialista.


O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas no site www.confinar.net.br e o evento acontece nos dias 23 e 24 de abril, em Campo Grande.


Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.


As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.


Priscilla Peres

Agro Agência Assessoria

(67) 9 9179-0510

08/04/2019|

Preço do boi gordo deve subir no segundo semestre, afirma especialista

O preço do boi gordo deve chegar a níveis mais altos durante o segundo semestre de 2019, devido à desaceleração na oferta em relação a 2018 e o cenário mais positivo para a demanda da proteína. A informação é do Analista Sênior do Rabobank, Adolfo Fontes, que estará em Campo Grande durante o Confinar 2019.

Para o analista, as exportações de carne bovina devem continuar em alta em 2019, com crescimento de 7% em volume no primeiro bimestre e boas perspectivas para os próximos meses. “As exportações registraram recorde em 2018 com crescimento de 11% em relação a 2017, para este ano a Rússia volta ao mercado externo como uma importante opção de destino, e isso deve movimentar as exportações”, afirma Adolfo Fontes.

A Rússia apresentou aquisição média mensal de 4.200 toneladas no primeiro bimestre de 2019, muito abaixo da média mensal de 2017 acima de 12.000 toneladas. Já no consumo interno a tendência é de recuperação durante o ano, com as expectativas de melhora no cenário econômico local. “Devemos retomar o consumo local de proteína animal próximo aos níveis pré-crise”, afirma.

O Mercado do boi gordo e dos grãos: análise do mercado interno e externo, será o tema da palestra de Adolfo Fontes no dia 23 de abril, às 11h, durante o Confinar. O evento é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas no site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar
O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

Priscilla Peres
Agro Agência Assessoria
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22/03/2019|

Produtores rurais brasileiros utilizam apenas metade de suas áreas e preservam o restante, afirma Embrapa Territorial

Palestrante do Confinar 2019 apresentará estudo sobre ocupação do solo brasileiro

Os agropecuaristas exploram, em média, metade da terra que ocupam em todo o Brasil. Trata-se de um uso extremamente sustentável, sem equivalentes em países de grandes dimensões mundo afora. A afirmação do pesquisador e chefe geral da Embrapa Territorial, Evaristo Eduardo de Miranda, diz respeito aos números que ele apresentará na oitava edição do Confinar, evento que deve reunir cerca de 1000 pecuaristas, nos dias 23 e 24 de abril, em Campo Grande (MS).

“A agropecuária brasileira ocupa menos de 23% do território nacional. As lavouras ocupam 7,8%, as florestas plantadas 1,2% e as pastagens plantadas e manejadas 13,2%. Em paralelo, os produtores rurais dedicam à preservação da vegetação nativa uma área equivalente a 25,6% do território nacional, a título de reserva legal, áreas de preservação permanente e vegetação excedente”, esclarece Miranda.

Sobre a possibilidade de expansão da área destinada à agricultura e pecuária, segundo o palestrante do Confinar 2019, a alternativa é intensificar. “Não há muito espaço para destinar mais terras, com potencial produtivo e de forma significativa, à agricultura. Grande parte do país já está atribuído: unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos agrários, cidades, infraestrutura, minerações, imóveis rurais etc. A estratégia mais inteligente e viável é intensificar o uso das terras agrícolas já ocupadas, de forma sustentável, com tecnologias modernas”, relata o chefe da Embrapa Territorial, ao lembrar de técnicas como plantio direto, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), manejo integrado de pragas, adubação verde, irrigação, rotação de culturas, genética avançada e outras.

Segundo o organizador do Confinar e diretor da Beeftec, Rodrigo Spengler, esta edição tem o propósito sanar dúvidas frequentes dos participantes. “Precisávamos esclarecer, cientificamente, que o espaço ocupado pela pecuária brasileira é modesto e preservado. E as alternativas para atendermos o mercado cada vez mais exigente, em qualidade e volume, dependem diretamente da ciência. Por isso a Embrapa Territorial estará conosco nesta edição, mostrando dados técnicos e sanando dúvidas dos participantes”, pontua Spengler.

O Confinar é destinado a produtores rurais, profissionais e estudantes ligados à agropecuária, que tenham por interesse a atualização quanto as tecnologias para pecuária de corte. As inscrições podem ser realizadas com desconto até o dia 23 de março pelo site www.confinar.net.br.

Histórico Confinar

O Confinar teve sua primeira edição em 2012, em Campo Grande (MS). Com um crescente números de participantes, o evento se tornou tradicional, por sua inovação no conteúdo que chega a reunir profissionais de 13 estados brasileiros e outros 3 países em uma só edição.

As sete edições anteriores somam cerca de 8 mil participantes e 260 expositores e apoiadores. Na avaliação do público participante o evento já atingiu aprovação de 99%, nos quesitos organização, conteúdo e outros. Além de ser avaliado positivamente por 100% dos patrocinadores.

Assessoria de Imprensa

Agro Agência Assessoria

Diego Silva

(67) 9 9239-6369

13/03/2019|

Homeopatia veterinária garante lucratividade ao grande produtor e cuidado com os animais domésticos

Com 25 produtos, linha sul-mato-grossense Sigo apresenta seu diferencial no Confinar 2017

Qualidade, inovação e eficácia são as palavras que melhor definem a linha Sigo Procedimentos Homeopáticos, linha criada e dedicada exclusivamente à saúde e bem-estar animal, tanto dos pets, quando os de produção pecuária e que até esta quarta-feira (24) está presente no Confinar 2017 – Simpósio Gado de Corte, que acontece no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.

A linha sul-mato-grossense atua há 20 anos no mercado, com licença e registro no Ministério da Agricultura, atuando com responsabilidade sócio-ambiental, uma das premissas da marca que visa a proporcionar soluções homeopáticas para a saúde animal.

Durante o Confinar, o produtor pode conhecer os benefícios da homeopatia no tratamento e prevenção de doenças que afetam os rebanhos, com resultados efetivos e menor custo ao criador.

“Hoje já se sabe que produtos homeopáticos vão além da cura ou prevenção de doenças. É possível melhorar o desempenho zootécnico de rebanhos sadios, mas que podem ter seu metabolismo estimulado a um melhor aproveitamento e direcionamento de nutrientes. Isso otimiza e reduz os custos da produção”, avalia o diretor administrativo da Sigo, Marco Antônio Cucco.

A ausência de efeitos colaterais é outro benefício da homeopatia. Sem aditivos químicos e resíduos, o tratamento colabora inclusive para grandes produções destinadas às exportações. O diretor ressalta ainda que o uso de insumos homeopáticos em grande escala e produzidos industrialmente, colocam o Brasil na liderança mundial em produção desse tipo de linha.

“Para o agronegócio brasileiro a homeopatia oferece outro fator de segurança. Por não haver interação química, os riscos são eliminados e reduz a possibilidade de um comprador  internacional reprovar e devolver alimentos originados de animais homeopatizados. Mas o grande apelo é a eficácia e o retorno econômico. Muitos pesticidas e antibióticos já perderam seu efeito, enquanto os homeopáticos exibem,  há tempos,  efetividade plena no controle de parasitoses e infecções causadas por parasitas e bactérias resistentes aos químicos convencionais. Por isso a aceitação de insumos homeopáticos vem crescendo nas últimas três décadas”, revela Cucco.

 

Os produtos são spray, podendo ser administrados via orla tanto diretamente na boca do animal, quanto em seu alimento.

 

Sobre a SIGO – A marca conta atualmente com 12 produtos para pecuária, utilizados na mistura do alimento e que podem ser utilizados em bois, caprinos, ovinos e suínos, na prevenção e tratamento de diarreias neonatais em bezerros e outras crias, sodomia em machos e fêmeas, verminoses, mastite, carrapatos, moscas do chifre e bernes resistentes a aditivos químicos, problemas de casco e pele, verrugas e papilomatose, incremento para fertilidade e ainda para acabamento e cobertura da carcaça.

 

Já para os animais de estimação, são 13 produtos que atuam no trato de infecções urinárias, anemia, problemas cardíacos, ansiedade e excesso de latido dos cães, artrite, pulgas, doenças de pele, infecções, carrapatos, fraturas e lesões e ainda há vitaminas e anti vermes. A linha pode ser utilizada tanto em cães, quanto em  gatos.

 

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25/05/2017|

Confinar 2017: sinais de recuperação para o mercado pecuário no 2º semestre

A sinalização para o segundo semestre é de estabilidade ou apenas leves altas para o mercado do boi gordo no Brasil. A previsão é do analista sênior do Rabobank Brasil, Adolfo Fontes, palestrante do Confinar, simpósio de gado de corte, promovido pela BeefTec. Entre os dias 23 e 24 cerca de 1300, entre visitantes e inscritos, técnicos, pecuaristas e estudantes, brasileiros e de países vizinhos, participaram do evento no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande (MS).

“Temos de analisar do ponto de vista de uma produção mais intensificada, não só a questão de preços da arroba do boi, que no momento estamos um pouco sem referência no mercado dada as últimas circunstâncias do setor. Estruturalmente temos um cenário de bezerros mais baratos, em relação ao que era praticado no ano passado. O milho também está mais baixo do que o negociado no ciclo anterior, com uma expectativa de queda ainda maior para o período de safrinha. Então teremos oportunidades boas para travar custos em um patamar muito baixo. Nesse momento é necessário dividir a estratégia de venda em alguns cenários possíveis, de curto, médio e longo prazo”, esclarece o palestrante.
Segundo o organizador do Confinar 2017 e pecuarista, Rodrigo Spengler, apesar da situação frágil em que se encontra a pecuária, o objetivo do evento foi alcançado. “Conhecemos possíveis impactos negativos do cenário brasileiro sobre toda a cadeia pecuária. E são nesses momento que mais precisamos de tecnologia para inverter o quadro e atingirmos maior nível técnico da porteira para dentro, com gestão eficiente, e apresentar ao mercado o que o produtor rural entrega diariamente às unidades frigoríficas, carne de qualidade”, afirma o organizador. “Cumprimos com nosso objetivo de levar novas informações de temas variados, deixando nossa contribuição para centenas de propriedades rurais”, avalia.


Consumo da proteína

Registros positivos de consumo de carne no mercado interno, como alcançados em 2014, segundo o analista, só em 2019. “Em termos de fundamentos, o segundo semestre deste ano, deveria ser melhor que os anteriores, primeiro devido aos indicadores econômicos que estavam em uma toada muito positiva, no ponto de vista de recuperação de emprego, já a partir já do mês de abril deste ano. Ou seja, tudo indicava para que pudéssemos crescer o consumo interno no segundo semestre, que corresponde a 80% da nossa produção, portanto, uma grande importância na formação de preços. E agora, já não sabemos mais se as reformas que tramitam no Congresso vão passar ou não, é uma visão que nenhum outro analista poderia afirmar, já que não temos uma visão clara do que possa acontecer. Temos de esperar um pouco para definir isso”, explica Fontes

.

Apesar da queda do preço do boi gordo, mantivemos uma margem está positiva. Mas em 2018, o cenário será ainda melhor. E para chegar até lá, ele indica o uso de ferramentas que possam travar a receita do pecuaristas, focando na margem e dividindo estratégias, não só pensando a curto prazo. “Ferramentas como bolsa de valores e bancos podem nos auxiliar no travamento da receita. Quanto às estratégias, precisamos lembrar que o gado que compramos hoje, será comercializado daqui seis meses ou um ano, de acordo com o sistema em que se está trabalhando, e isso fazer parte das contas”, detalha.

Em relação ao mercado internacional Adolfo Fontes seleciona três países para apresentar possíveis posicionamentos. “Forma-se um cenário bastante interessante. As questões de moeda, com toda a volatilidade que aconteceu no pós Trump, tudo indica que começa a se assentar. Temos também o Egito, grande comprador brasileiro de carnes, que saiu do mercado, por perder muito valor da moeda deles em relação ao dólar, a tendência é que essa situação vá se normalizando. E também podemos citar a China, que está comprando muito mais. Além das temos possibilidades de abertura de novos mercados”, destaca.

Palestrante Adolfo Fonte, Rabobank Brasil​

“Mostramos que temos capacidade de passar informações em momentos de crise, pós Operação Carne Fraca, por exemplo. O Brasil está muito bem estruturado para ocupar espaços no mercado internacional, mas precisamos arrumar a casa, para que não tenhamos tanto “soluços”, como acontecem em 2017.

Fontes é analista e atua no desenvolvimento de pesquisas na área de proteína animal. Além disso, o executivo ocupou por cinco anos o cargo de coordenador de inteligência de mercado para uma grande empresa líder no setor de nutrição animal, além de ter atuado na área de pesquisa e consultoria para outras empresas. Durante o Confinar 2017, ele fará a apresentação do quadro de oferta e demanda no mercado brasileiro, comparando com a demanda internacional.

25/05/2017|

Elanco apresenta aditivos nutricionais que auxiliam no ganho de peso dos bovinos durante o Confinar, em Campo Grande (MS)

São Paulo, 18 de maio de 2017 – A Elanco™, divisão de Saúde Animal da Lilly, vai participar do Confinar 2017 com aditivos nutricionais específicos para uso animal e um amplo portfólio de produtos. O Simpósio de Gado de Corte acontece entre os dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

 

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de cabeças de bovinos abatidas no Brasil foi de 29,67 milhões em 2016. Porém, a taxa de desfrute – que mede a capacidade do rebanho de produzir animais excedentes para venda – ainda é baixa, cerca de 20,3%, quando comparada à de países como Austrália (33%) e Estados Unidos (35,5%), de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

 

Os criadores de gado de corte precisam vencer grandes desafios para equilibrar a produtividade com o uso de recursos naturais, por meio de tecnologia e pesquisa. A Esalq/USP, sob a coordenação do Professor Alexandre Pires, realizou um estudo sobre a aceitação do Zimprova™ (lonóforo com 10% de Narasina) e o ganho de peso em novilhas da raça Nelore. O pesquisador utilizou 30 animais com peso médio de 222 Kg em uma avaliação que levou 84 dias. Os animais foram divididos para que se pudessem comparar os resultados com e sem a Narasina adicionada à suplementação.

Nos animais que não consumiram o Zimprova™, a média de engorda diária foi de 486g por dia, enquanto que, com a utilização do produto, o resultado médio foi 582g. As novilhas que consumiram o aditivo tiveram um aumento de produtividade diária de 20% (96g). Além de aumentar o ganho médio de peso, o aditivo é de uso exclusivo animal e não impactou o consumo de sal mineral e proteinado.

Zimprova™ (lonóforo da classe de antibióticos de uso exclusivo animal, que contém 10% de Narasina) é destinado para gado a pasto que tem a finalidade de proporcionar ganho de peso sem afetar o consumo do suplemento, bastando inclu9ir e misturar o produto no sal mineral e/ou proteinado e oferecer ao rebanho. Em testes já realizados pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP), foram verificados ganhos de 96 gramas animal/dia, o que, ao fim de um ano, resulta em 1,17@ adicionais ao produtor. O aditivo é uma excelente alternativa a antibióticos de classe compartilhada para aumentar a rentabilidade dos animais em pastejo, sendo seguro tanto para eles como para o meio ambiente e o homem.

 

Já o Rumensin™, um aditivo alimentar (Monensina Sódica) específico para gado em confinamento, tem a função de melhorar a eficiência alimentar dos animais, e também é indicado para controle e tratamento da coccidiose, enfermidade que provoca perda de determinadas áreas no intestino, diminuindo a absorção de nutrientes, o desenvolvimento e a produção, prejudicando o desempenho dos animais. Sua tecnologia tem sido utilizada em dietas de confinamento desde 1976 e conta com mais de 2300 trabalhos científicos publicados sobre seus efeitos em jornais e revistas científicas.

 

Responsabilidade com a saúde global

Em 2015, a Elanco™ assumiu o compromisso de realizar pesquisas para buscar alternativas consistentes ao uso de antibióticos de classe compartilhada com o uso de medicamentos humanos como promotores de crescimento, reforçando a utilização racional e supervisionada desses medicamentos. Antibióticos de classe compartilhada são aqueles usados por humanos e animais, tais como cefalosporina e oxitetraciclina. Desde então, a companhia tem buscado alternativas para ampliar o desenvolvimento de aditivos, imunorrestauradores, vacinas e antibióticos de uso exclusivo animal.

 

Foi assim que surgiu o One Health, proposta da Elanco™ para combater a crescente preocupação da sociedade sobre a resistência do organismo humano a esses medicamentos. O plano de oito etapas para a gestão de antibióticos garante o uso responsável, propõe a redução dos produtos de classes compartilhadas e sua substituição por alternativas. Entre as iniciativas estão, também, treinamento para produtores e varejistas de alimentos e incentivo às políticas que aumentem a supervisão veterinária.

 

Serviço:

Confinar 2017 – Simpósio de Gado de Corte

23 e 24 de Maio de 2017 – 3ª feira, das 7h30 às 18h45 / 4ª feira, das 8h às 18h15

Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo – Av. Waldir dos Santos Pereira, s/nº – Parque dos Poderes, Campo Grande – Mato Grosso do Sul

www.confinar.net

 

 

Sobre a Elanco™

Elanco™ é uma empresa global orientada pela inovação, que desenvolve e comercializa produtos para melhorar a saúde, a produção animal e o cuidado com os animais de companhia em aproximadamente 70 países. Junto com nossos clientes, estamos comprometidos a aumentar a consciência sobre a segurança alimentar mundial, celebrando e apoiando a ligação dos seres humanos com os animais. Fundada em 1954, a Elanco™ é uma divisão da Eli Lilly and Company e emprega aproximadamente 7.000 pessoas em todo o mundo, com escritórios em mais de 40 países. Informações adicionais sobre aElanco™ estão disponíveis em www.elanco.com.br.

 

Informações à imprensa | Ketchum Brasil

Luciana Aulicino – (11) 5090-8900 ramal 8730 |luciana.aulicino@ketchum.com.br

Danilo Ribeiro – (11) 5090-8955 ramal – 8510 |danilo.ribeiro@ketchum.com.br

Daniela Abreu – (11) 5090-8924 |daniela.abreu@ketchum.com.br

 

http://iepec.com

22/05/2017|

Confinar 2017: sinais de recuperação para o mercado pecuário no 2º semestre

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A sinalização para o segundo semestre é de estabilidade ou apenas leves altas para o mercado do boi gordo no Brasil. A análise é do analista sênior do Rabobank Brasil, Adolfo Fontes, que no dia 24 de maio ministrará a palestra ‘Mercado do boi gordo e dos grãos: análise do mercado interno e externo’, durante o Confinar 2017 – simpósio de gado de corte.

 

canada goose O evento acontecerá nos dias 23 e 24 deste mês, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande, promovido pela Beef Tec. Os organizadores estimam a presença de mais de mil pessoas.

 

O palestrante é analista e atua no desenvolvimento de pesquisas na área de proteína animal. Além disso, o executivo ocupou por cinco anos o cargo de coordenador de inteligência de mercado para uma grande empresa líder no setor de nutrição animal, além de ter atuado na área de pesquisa e consultoria para outras empresas. Durante o Confinar 2017, ele fará a apresentação do quadro de oferta e demanda no mercado brasileiro, comparando com a demanda internacional.

 

Fontes projeta um cenário positivo na economia. “Desenha-se o controle de inflação, com isso a diminuição dos juros, aumenta a confiança dos investidores e a tendência é dos empregos retornarem. Tudo isso gera consumo. A expectativa é que em 2019 o consumo alcance o que era registrado em 2014”.

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Em termos de confinamento, o especialista ressalta que o setor tem dois principais custos, como o preço do boi agro e o valor do milho, que está bem abaixo da realidade do ano passado. “Apesar da queda do preço do boi gordo, a margem está positiva. Em 2018, o cenário será ainda melhor”.

 

canada goose Durante o Confinar, o palestrante fará um panorama do mercado pecuário e uma associação do cenário de grãos, assim como a influência no confinamento. “No mercado interno, responsável por absorver 80% da produção nacional, veremos uma recuperação nos próximos meses. Ainda não termos os mesmos resultados de 2014, período que consideramos como pré-crise mas veremos ascensão”.

 

 

22/05/2017|